Como desenvolver um ambiente ágil para obter sucesso na Black Friday

A Black Friday é um dos eventos mais aguardados no mundo do varejo. É uma oportunidade para as empresas aumentarem suas vendas e conquistarem novos clientes. No entanto, para aproveitar ao máximo esse período de alta demanda, é essencial que as empresas desenvolvam um ambiente ágil que lhes permita se adaptar rapidamente às mudanças e às expectativas dos consumidores. Neste artigo, exploraremos as etapas essenciais para criar um ambiente ágil que proporcione sucesso na Black Friday. Vamos lá! Entenda as expectativas O primeiro passo para desenvolver um ambiente ágil para a Black Friday é entender as expectativas da sua organização. Isso inclui metas de vendas, margens de lucro, experiência do cliente e muito mais. Ter uma visão clara do que você espera alcançar durante o evento é fundamental para direcionar seus esforços. Dica de Prática: Realize uma reunião estratégica para definir as metas e expectativas da Black Friday. Envolver todos os departamentos ajuda a obter uma visão completa. Forme uma equipe multifuncional Uma equipe multifuncional é essencial para a preparação. Ela deve incluir membros de diferentes departamentos, como marketing, vendas, TI, logística e atendimento ao cliente. A colaboração interdepartamental facilita a comunicação e o compartilhamento de conhecimento, tornando mais fácil lidar com as complexidades da Black Friday. Dica de Prática: Realize workshops de colaboração para que a equipe compreenda as responsabilidades e trabalhe em conjunto de forma eficaz. Defina objetivos claros Estabeleça objetivos específicos e mensuráveis. Certifique-se de que todos na equipe estejam alinhados com esses objetivos e compreendam sua importância. Objetivos claros ajudam a manter todos focados e comprometidos com o sucesso do evento. Dica de Prática: Utilize a metodologia SMART (Específico, Mensurável, Atingível, Relevante e com Prazo) para definir objetivos de forma mais eficaz. Implemente a Metodologia Ágil A adoção de práticas ágeis, como Scrum ou Kanban, pode ser extremamente benéfica para gerenciar projetos e tarefas relacionadas à Black Friday. Isso envolve a criação de sprints, reuniões diárias de acompanhamento e a priorização constante das atividades mais importantes. Dica de Prática: Comece com projetos menores para familiarizar a equipe com a metodologia ágil antes de aplicá-la. Desenvolva um Plano Flexível Embora seja importante ter um plano sólido, esteja preparado para fazer ajustes conforme necessário. Os ambientes ágeis são caracterizados pela capacidade de adaptação rápida a mudanças nas condições de mercado ou nas preferências dos clientes. Mantenha a flexibilidade em mente. Dica de Prática: Mantenha um plano de contingência à mão para responder rapidamente a mudanças inesperadas. Automatize Processos Aproveite a tecnologia e a automação para simplificar tarefas repetitivas e melhorar a eficiência operacional. Isso pode incluir sistemas de gerenciamento de estoque, chatbots para atendimento ao cliente e ferramentas de análise de dados. Dica de Prática: Avalie as áreas onde a automação pode ser aplicada e integre ferramentas que economizem tempo. Fomente a Comunicação Estabeleça canais de comunicação eficazes para garantir que todos os membros da equipe estejam atualizados sobre o progresso e os desafios. Utilize ferramentas de colaboração online, como Slack ou Microsoft Teams, para facilitar a comunicação e a troca de informações. Dica de Prática: Realize reuniões regulares para compartilhar atualizações e discutir desafios em tempo real. Teste Antecipadamente Realize testes de carga e de desempenho em sua infraestrutura de TI para garantir que ela possa lidar com o aumento no tráfego durante a Black Friday. Isso ajuda a evitar problemas de tempo de inatividade e lentidão que podem afetar negativamente a experiência do cliente. Dica de Prática: Faça simulações de pico de tráfego para garantir que seus sistemas estejam preparados para o aumento da demanda. Capacite sua Equipe Invista na capacitação de sua equipe para que eles estejam preparados para lidar com situações de alto estresse e demanda intensa. Isso inclui treinamento em atendimento ao cliente, gerenciamento de crises e resolução de problemas. Dica de Prática: Realize treinamentos práticos que simulem situações de alta demanda para preparar a equipe. Analise e Aprenda Após a Black Friday, conduza uma análise aprofundada para avaliar o desempenho e identificar áreas de melhoria. Use essas informações para ajustar estratégias futuras e continuar aprimorando seu ambiente ágil. Dica de Prática: Envie pesquisas de satisfação para clientes e equipe para obter feedback valioso para melhorias futuras. Desenvolver um ambiente ágil para a Black Friday é fundamental para o sucesso durante esse período crítico de vendas. Ao seguir as etapas e práticas mencionadas neste artigo e adotar essas dicas de prática, sua empresa estará bem preparada para enfrentar os desafios da Black Friday e oferecer uma experiência excepcional aos clientes. Comece agora a preparar seu ambiente e garanta o sucesso da empresa nesta data tão esperada!
Como desenvolver soft skills para fortalecer cultura
Existe uma forma poderosa de fortalecer a sua cultura organizacional, através das soft skills. Entenda mais neste artigo. Pesquisas já afirmam que uma cultura organizacional forte e positiva pode melhorar a satisfação dos funcionários, a produtividade e a eficiência, bem como ajudar a empresa a atingir seus objetivos de negócios. Mas você sabia que existe um meio poderoso para fortalecer a cultura dentro da empresa? Como? Desenvolvendo Soft Skills. Desenvolver soft skills é uma das maneiras mais eficazes de fortalecer a cultura organizacional. E o que são as soft skills? Vamos relembrar? Soft skills são habilidades sociais, emocionais e comportamentais que as pessoas usam para se comunicar e interagir com os outros. Elas incluem coisas como: empatia, colaboração, comunicação, liderança, resolução de problemas, entre outros. Ao desenvolver soft skills, você pode ajudar os funcionários a se relacionarem melhor entre si, trabalharem de forma mais eficaz em equipe e a se comunicarem de maneira mais clara e eficiente. Os benefícios de se investir no desenvolvimento dessas habilidades podem ser vistos refletidos na cultura organizacional da sua empresa. E como isso pode ser feito? Elencamos 5 dicas para te auxiliar a desenvolver soft skills a fim de fortalecer a sua cultura organizacional. Treinamento: Ofereça treinamentos específicos para desenvolver habilidades comportamentais que sejam importantes para a cultura da empresa, como comunicação efetiva, trabalho em equipe, liderança, entre outros. Você pode trazer especialistas externos para ministrar treinamentos ou até mesmo desenvolver treinamentos internos utilizando casos reais vividos na organização; Mentoria: Ofereça mentoria para que os funcionários possam ser guiados por alguém mais experiente, ajudando-os a desenvolver suas habilidades sociais e comportamentais. Além disso, oferecer a oportunidade de mentores compartilharem suas experiências de trabalho com seus orientandos pode contribuir para que os valores da empresa sejam fortalecidos; Feedback: Proporcione feedback constante para que os funcionários possam melhorar suas habilidades comportamentais. O feedback pode ser formal ou informal e deve ser construtivo e direcionado à ação. Oportunidades para receber feedback devem ser consideradas como uma possibilidade de melhoria contínua; Comunicação: Garanta que a comunicação entre os colaboradores seja clara e eficaz, a fim de evitar mal-entendidos. Além disso, promova uma cultura aberta, onde as pessoas possam se expressar livremente e expressar suas opiniões, de maneira respeitosa; Reconhecimento: Reconheça e recompense os funcionários que demonstram habilidades comportamentais positivas, incentivando-os a continuarem se desenvolvendo. Isso pode ser feito de diversas formas, desde simples reconhecimentos em reuniões de equipe, até promoções e remuneração. Desenvolver soft skills é um processo contínuo e requer investimento de tempo e recursos, mas pode ter um grande impacto na sua cultura organizacional. A Jazzer Academy possui um Portfólio de Soluções Corporativas que atua em todas essas frentes de aprendizado e desenvolvimento de time e lideranças. Para se ter funcionários engajados e de alta performance é necessário estar em constante aperfeiçoamento. Dessa forma, é possível atingir o sucesso nos negócios hoje em dia. E fortalecer a cultura organizacional é essencial para que isso aconteça. Quer que a sua empresa tenha essa realidade de uma Cultura Forte? A Taigéta Tech e a Jazzer Academy podem te ajudar nisso. Somos especialistas em cultura organizacional e desenvolvimento de pessoas há 30 anos. E podemos, juntos, trilhar esse caminho de sucesso. Entre em contato com um dos nossos especialistas e agende já uma avaliação. Acompanhe as nossas redes sociais para receber mais conteúdos como esse.
Assédio em uma Cultura Organizacional de Ordem e Regra.
Entenda a problemática do assédio numa empresa cuja cultura é a de Ordem. Recentemente, agora em março de 2023, entrou em vigor uma lei que obriga todas as empresas a promoverem treinamentos e abrirem canais de denúncias, para combaterem as formas de assédio no trabalho. Você já sabia disso? A Lei n.º 14.457/2022, do Programa Mais Mulheres, possui um capítulo inteiro dedicado a essa problemática em ambientes organizacionais: o assédio sexual e outras formas de violência no trabalho, o que pode significar também, o assédio moral. Por isso, é importante que as empresas tomem medidas de prevenção e combate para se adequarem a essa pauta tão importante que a lei traz. Mas sabia que existe um tipo de Cultura Organizacional onde pode ser mais desafiador aplicar essas medidas e, principalmente, receber denúncias de colaboradores que sofrem com o assédio ali? Essa é a Cultura de Ordem, cujo modelo é o de Regra. Mas por que isso? Vamos relembrar algumas características de uma Cultura de Ordem/Regra? estabilidade em vez de flexibilidade; ambiente mais formal; controle e centralização; erros e riscos tendem a ser evitados. Acabam sendo ambientes com pouco espaço para questionar ou criar. Dito isso, você consegue ver a problemática nesse tipo de Cultura quando o assunto for assédio? Quando o foco está mais nos processos e resultados do que na boa relação entre as pessoas, fatos em que envolvem justamente “pessoas” tendem a ser ignorados ou simplesmente diminuídos na importância de serem tratados. Uma Cultura de Ordem e Regra, obviamente tem os seus benefícios e para alguns modelos de negócios elas são necessárias. Contudo, há que se atentar às possíveis toxicidades que podem surgir nesses ambientes. Agora imagine, uma funcionária que sofre com indiretas sexuais de seu chefe, a cada pedido de algum serviço. O espaço não possui uma liberdade para se falar abertamente disso e o medo de ser demitida é maior do que o medo de denunciar. Ambientes mais rígidos podem trazer essa sensação de “não ser ouvido”, de achar que “não vai dar em nada”. Os funcionários também podem se sentir coagidos a tomarem certas decisões por medo e submissão. Então como detectar e combater esses abusos? Insultos, humilhações, brincadeiras de mau gosto e toques indesejados. Essas são algumas das formas mais comuns de assédio que vemos no ambiente de trabalho. Como profissional de RH, é essencial tomar medidas de prevenção e combate desses abusos. Seguem 3 dicas para te auxiliar com isso: Crie um Código de Ética: ele é essencial para guiar e esclarecer as condutas profissionais dentro da empresa. Abra um Canal de Comunicação e Denúncias: que seja seguro e anônimo, para que os funcionários possam denunciar casos de assédio moral e sexual de forma confiável. Conscientize o seu time: faça treinamentos com as lideranças, rodas de conversa e promova palestras com as suas equipes. Algo que também pode ser feito, para trabalhar na eliminação dessas toxicidades, que podem advir de culturas organizacionais assim, é o Diagnóstico Cultural. Entender a cultura organizacional; avaliar os KPI’s, como por exemplo, possíveis Taxas de Contaminação, que medem a interferência de hábitos negativos sobre os positivos; são pontos importantes que auxiliam a melhorar essa realidade. Outra avaliação que também é feita nesse Diagnóstico é o do Mindset das Lideranças, uma métrica essencial para conseguir aplicar as medidas de prevenção a assédios no ambiente de trabalho A boa notícia é que tudo isso pode ser feito digitalmente, através da nossa plataforma. A Taigéta Tech trabalha tanto na parte do diagnóstico cultural, quanto no Desenvolvimento das Lideranças, através da sua vertical Jazzer Academy. Fale com um dos nossos especialistas e agende já uma avaliação cultural. Acompanhe as nossas redes sociais para receber mais conteúdos como esse.
Tudo pode ser copiado, menos a motivação das pessoas.
Entenda como a cultura organizacional pode ser gerenciada com foco em resultados. Você já deve ter ouvido a famosa frase “Nada se cria, tudo se copia”, não é mesmo? Popularmente falada por aí, ela é inspirada na frase original de Lavoisier “Nada se cria, tudo se transforma”. Atribuímos isso ao fato de repaginarmos coisas já existentes, a fim de não fazermos igual. Porque algo original mesmo, não seria possível. Aquilo foi apenas transformado. Fato é que, processos, sistemas e até mesmo a sua estratégia pode ser copiada e replicada por aí. Mas a motivação e o entusiasmo das pessoas, não. Imagine o seguinte cenário comigo. Sua diretoria visita uma empresa X e fica admirada com a motivação, voltada para resultados, daqueles colaboradores, a ponto de dizer aos seus próprios funcionários: “Quero que vocês tenham a mesma motivação e entusiasmo que aquela empresa X”. Reflita bem agora e responda: Isso é possível? Bem, depende. ✅A sua empresa possui um ambiente cultural que geraria essa motivação voltada para resultados que você tanto quer? Se sim, pode até ser possível. Ou pelo menos, mais fácil. ❌Agora, se a sua organização nem ao menos sabe qual é a cultura real presente ali, se os seus colaboradores são, de fato, voltados ou não para uma cultura de resultados; então, sinto lhe dizer, que replicar essa motivação que você tanto quer igual à da outra empresa, será no mínimo desafiadora. E o que precisa ser feito para que isso aconteça? Um planejamento cultural. Dessa forma, você conseguirá trilhar os passos para gerar essa transformação que você deseja. Se eu quero uma Cultura voltada para Resultados, eu preciso da motivação das pessoas. Se isso não está acontecendo, então há algum problema. E QUAL SERIA A SOLUÇÃO? Diagnóstico e Gestão Cultural. Não se faz uma cópia, há um trabalho todo de mapeamento cultural, estabelecimento de uma cultura, que mudará tudo. E assim, essa mudança incluirá: o jeito de trabalhar; a forma como as pessoas veem a empresa; o modo como são tratadas situações e problemas. E tudo isso interfere na motivação, no entusiasmo. A Taigéta Tech tem como propósito proporcionar informações estratégicas que transformem as organizações em ambientes melhores e mais produtivos. 💡Nós temos uma metodologia robusta, baseada em mais de 30 anos de experiência em inteligência social corporativa, que cria condições de estabelecer um simples e prático método de evolução cultural, de forma mensurável, para que assim, a organização possa gerenciar a Cultura voltada para Resultados. Nosso algoritmo traz precisão e clareza nos números. E já foi validado em mais de 15 mil mapeamentos realizados. Quer funcionários com a motivação voltada para resultados? Então invista em cultura organizacional. Fale com um dos nossos especialistas e agende já uma avaliação cultural. Acompanhe as nossas redes sociais para receber mais conteúdos como esse.
A gestão da execução como uma vantagem competitiva
A gestão da execução é a forma de coordenar os três processos chaves de qualquer negócio: o processo de pessoas, a estratégia e o plano operacional. Do latim exsecutio, o termo execução refere-se ao efeito de agir, e pode abranger vários significados. É uma ação que se realiza, que torna-se real para fazer com que um projeto seja realizado. Quem executa tem a capacidade e a energia para fazer algo, e a palavra tem como sinônimos a efetivação, a realização e a finalização. Trazendo o conceito para o âmbito do empreendedorismo, uma vez que você desenvolveu um planejamento estratégico seu próximo desafio será transpor esses elementos do papel para a realidade. No universo business, a execução precisa ser vista sob um ponto de vista mais ampliado, e abrange não só a ação, mas a forma como agimos, e a diferença crucial do processo de gestão da execução é definir a melhor estratégia para atuar. A execução é considerada um processo sistemático, ou seja, ordenado logicamente para formar um sistema de ideias que precisam ser colocadas em prática. E, na maioria das empresas, o que acontece é que investem apenas na gestão de pessoas ou na gestão da estratégia ou em construir um processo otimizado para a rotina de trabalhos, e para uma boa execução, é necessário que todas as etapas da gestão caminhem juntas. No mundo contemporâneo, a diferença entre uma empresa e seus concorrentes é cada vez mais a habilidade de executar, e essa é uma grande questão que precisa ganhar destaque no mundo dos negócios. E engana-se quem pensa que execução é apenas algo que se consegue ou não realizar. A implementação de estratégias é muito mais ampla e capaz de determinar todo o sucesso de uma organização, e geralmente um planejamento dá errado não pelo que foi previsto e elaborado, mas porque não foi bem executado. Estabelecer a disciplina da execução é a atividade mais importante de um líder, e de que nada adianta trabalhar muito e com brilhantismo se não existe eficácia na realização das tarefas. As empresas precisam possuir processos de pessoas, operações e estratégico para administrar todos os procedimentos com profundidade e sinergia para obter resultados significativos. E atualmente a diferença entre uma organização e seus concorrentes é a habilidade em efetuar uma gestão da execução com inteligência corporativa. Algumas empresas não conseguem atingir resultados porque encaram a execução como um elemento tático do negócio e os líderes delegam as tarefas por não julgarem muito importante, e é exatamente aí que reside o maior erro. Um dos principais motivos da não execução da estratégia é que a formulação e a execução são consideradas como coisas diferentes – o que não é verdadeiro. Além da separação entre formulação e execução outros motivos concorrem para que a estratégia não seja implementada: Estratégia competitiva fraca; Modelos mentais prevalecentes na organização; Resistência à mudança e à inovação; Preservação do status quo e a manutenção da estrutura de poder existente na empresa. A execução da estratégia tem que começar no início da formulação da estratégia, engajando as pessoas chaves, que serão responsáveis por tornar a estratégia uma realidade na organização. Todo líder precisa estar profundamente envolvido no processo de execução, que abrange um conjunto específico de comportamentos e técnicas que as empresas precisam dominar completamente para conquistarem vantagens competitivas perante o mercado em que atuam. Em uma cultura organizacional em que a execução é vista como prioridade, os líderes elaboram estratégias reais criadas para serem implementadas e não fórmulas que só funcionam no papel e que geram apenas frustração, desperdício de energia e perda de credibilidade. Os 4 pilares da execução envolvem: Ter papéis e metas muito claras; Obter o engajamento e responsabilização de cada um pelos seus entregáveis; Ordenar um período de acompanhamento e checagem da evolução das pessoas; Apoiar, orientar e corrigir rotas continuamente. O maior ativo das empresas atualmente são seus funcionários, e para que eles executem com determinação e qualidade, as equipes precisam ser valorizadas e incentivadas. Com colaboradores motivados e um planejamento estratégico bem definido e executado, as empresas conseguem aproveitar melhor as oportunidades, seguindo no caminho certo. A melhor estratégia é aquela que contempla a linha frente. Entre em contato conosco e faça a execução de sua organização ser uma prioridade.
O que ESG tem a ver com Cultura Organizacional?
Como desenvolver as pautas ESG dentro da sua empresa através da cultura organizacional e usufruir dos benefícios que essa implementação traz. Embora esse assunto esteja bastante em alta no momento, o termo ESG foi dito pela primeira vez em 2004, na publicação “Who Cares Wins” (Quem se preocupa ganha), feita pelo Pacto Global em conjunto com o Banco Mundial. Na época, o secretário-geral da ONU era Kofi Annan e foi ele quem provocou cerca de 50 CEOs de grandes instituições financeiras para incorporarem esses fatores no mercado de capitais. E quais são esses fatores? ESG é uma sigla em inglês que significa: Environmental (Meio Ambiente) – abrange a responsabilidade que a empresa tem com o ambiente, como as suas ações afetam a sustentabilidade; Social – qual é a atuação da empresa na sociedade? De que forma ela contribui? Quais são suas ações em prol da comunidade, seus funcionários e fornecedores? Governance (Governança) – tem a ver com o cumprimento das regras e leis, com compliance e ética, qual a cultura da empresa perante tudo isso. Empresas que investem em pautas ESG têm visto o seu valor de mercado aumentar. E conforme relatado no Climate Change and Sustainability Services, da Ernest Young, investidores têm se decidido por empresas que hoje tem como cultura organizacional as pautas ESG, pois elas apresentam menos riscos. MAS O QUE ISSO TEM A VER COM A CULTURA ORGANIZACIONAL? Muitas organizações têm definido em seu Plano Estratégico seguir as pautas ESG, adotando medidas para se tornar referência nisso. Contudo, definir estratégia sem antes diagnosticar e implementar a cultura organizacional é premissa para o fracasso. Não basta colocar na estratégia da empresa o desejo de ser uma organização referência em ESG e acreditar que as lideranças e demais funcionários irão automaticamente mudar seu mindset cultural e adotar essa transformação facilmente. É necessário realizar o diagnóstico cultural da organização, entender qual a cultura real ali instalada. Isso embasará melhor as suas decisões. E você compreenderá se o Plano Estratégico definido está ou não de acordo com a realidade cultural ali diagnosticada. Dessa forma, implementar as pautas ESG na empresa serão mais fáceis e conduzidas de forma assertiva e duradoura, pois se mesclarão com os valores da organização, serão incorporados na cultura organizacional dela. Pois o que se tem visto é apenas um plano de comunicação: “queremos que a nossa cultura organizacional seja ESG”. Ótimo! Muito bom! Mas apenas desejar que isso aconteça não significa que essa mudança, de fato, irá ocorrer. É necessário diagnóstico, método e estratégia. Nós da Taigéta Tech somos especialistas em cultura organizacional. Quer entender melhor o nosso trabalho? Então siga as nossas Redes Sociais e acompanhe os nossos conteúdos por lá. Instagram e LinkedIn